Alessandro Vieira acionou o STF contra a suposta omissão de Alcolumbre em relação ao requerimento de CPI protocolado em 9 de março de 2026.
Segundo o senador, o pedido tem 41 assinaturas — acima do mínimo constitucional de 27 —, delimita fato determinado e estabelece prazo de funcionamento de 120 dias, com limite de despesas de R$ 50 mil.
Alessandro Vieira acionou o STF contra a suposta omissão de Alcolumbre em relação ao requerimento de CPI protocolado em 9 de março de 2026.
Segundo o senador, o pedido tem 41 assinaturas — acima do mínimo constitucional de 27 —, delimita fato determinado e estabelece prazo de funcionamento de 120 dias, com limite de despesas de R$ 50 mil.
“Decepção”
Em nota, o parlamentar disse que a decisão de Zanin é uma “decepção”, mas não encerra a discussão sobre a omissão do Senado na instalação da comissão.
“A decisão do ministro Zanin é uma decepção, como aliás tem sido decepcionante a atuação do STF em geral. Sob ponto de vista formal, vamos juntar ainda mais informações e pedir que o ministro revise seu entendimento”, afirmou o senador.
Seis meses de espera
O pedido chegou ao STF depois de quase seis meses sem que o requerimento fosse lido no Senado. Alessandro Vieira afirmou, na ação enviada à Corte, que a CPI foi protocolada em 9 de março e que Alcolumbre não determinou a leitura, a numeração ou a publicação do texto.
A comissão proposta por Alessandro Vieira teria 11 titulares e seis suplentes, prazo de 120 dias e limite de R$ 50 mil em despesas. O objetivo seria apurar eventuais relações pessoais, financeiras ou de outra natureza entre Moraes, Toffoli, Vorcaro e pessoas ligadas ao Banco Master.









