Na noite desta quinta-feira (17), Marcelo Honorato de Menezes, de 31 anos, sofreu ferimentos graves após ser violentamente agredido com golpes de barra de ferro. O crime ocorreu na Rua Senador Mário Maia, situada no bairro Tancredo Neves, na capital acreana, Rio Branco.
Conforme informações repassadas pela mãe da vítima, Marcelo havia saído de residência para cumprir uma sessão de fisioterapia. No momento em que retornava para casa e descia de um veículo do transporte coletivo, foi surpreendido de maneira repentina por um vizinho, apontado preliminarmente pelo nome de Carlos.
O relato aponta que o suspeito já aguardava no local empunhando uma barra de ferro, desferindo diversos golpes direcionados à cabeça de Marcelo. Na tentativa de se defender ou devido à dinâmica da violência, a vítima também acabou sendo atingida gravemente no braço direito.
A sequência de agressões só cessou porque moradores da região testemunharam a cena, intervieram rapidamente e conseguiram desarmar o agressor, arrancando a barra de ferro de suas mãos. A mãe do rapaz declarou às autoridades que o ataque teria sido premeditado por Carlos, uma alegação séria que precisará ser devidamente esclarecida pelas autoridades policiais.
Logo após a interrupção da violência, o suspeito fugiu do endereço rapidamente a bordo de uma motocicleta modelo Pop, pintada na cor preta.
Parentes de Marcelo destacaram às autoridades que ele convive com deficiência física em uma das mãos, além de deficiência intelectual. A mãe da vítima mencionou ainda que o suspeito possui uma deficiência em uma das pernas.
Diante da gravidade da situação, moradores acionaram imediatamente a Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Uma equipe médica em uma ambulância de suporte básico deslocou-se até o endereço indicado para prestar os procedimentos de socorro inicial.
Depois de receber os devidos cuidados e ser estabilizado pela equipe de saúde, Marcelo foi transferido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Baixada da Sobral.
Agentes do 3º Batalhão da Polícia Militar compareceram à cena do crime, coletaram depoimentos e realizaram diligências e buscas intensivas pela redondeza na tentativa de capturar o suspeito, porém ele conseguiu escapar e não foi localizado.
O registro da ocorrência foi encaminhado inicialmente à Equipe de Pronto Emprego (EPE) da Polícia Civil. Posteriormente, o caso será transferido para a alçada da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), órgão que assumirá a responsabilidade de aprofundar as investigações sobre as reais motivações e circunstâncias do ataque.










