As margens do Rio Acre, na altura do bairro Cadeia Velha, em Rio Branco, foram cenário da localização do corpo de um homem que ainda aguarda identificação oficial. O fato ocorreu no final da tarde desta última terça-feira (8).
De acordo com relatos colhidos no local com testemunhas, populares que aproveitavam o manancial para tomar banho acabaram avistando o cadáver a boiar na água. Imediatamente, decidiram acionar o socorro por intermédio do Centro de Operações do Corpo de Bombeiros (COBOM).
Diante do chamado, uma guarnição pertencente ao Pelotão Náutico do 2º Batalhão prontamente se deslocou para atender à ocorrência. Logo na chegada, os militares ingressaram no manancial e puderam constatar a veracidade da denúncia, confirmando que se tratava de um corpo humano.
Para efetuar o resgate, os bombeiros amarraram o corpo com segurança e o puxaram para fora da água, levando-o até a margem em um ponto que oferecia melhor acesso. Verificou-se que a vítima portava uma pochete e que, no interior da bolsa, havia documentos pessoais em nome de Enio Brasil dos Santos.
Apesar de os papéis terem sido encontrados, a confirmação oficial da identidade da vítima permanece pendente, dependendo exclusivamente dos trâmites técnicos que serão realizados pelo Instituto Médico Legal (IML).
Concluídos os trabalhos da perícia criminal no local, o corpo foi recolhido pelos agentes de necropsia e levado para a sede do IML. No órgão, serão conduzidos exames cadavéricos detalhados e procedimentos de papiloscopia, essenciais para atestar com exatidão quem era a vítima.
Dados preliminares repassados pelas autoridades policiais indicam que o homem estava trajando boas roupas e, em uma avaliação inicial, não exibia marcas ou sinais evidentes de violência externa. Para garantir a preservação da cena e dar suporte à operação, policiais militares do 1º Batalhão compareceram e isolaram a área.
O caso também mobilizou a Polícia Civil, que enviou uma equipe da Delegacia de Flagrantes (EPE) para iniciar os levantamentos pertinentes. Até o momento, as causas que levaram ao óbito permanecem um mistério e serão apuradas para definir se o ocorrido se tratou de um afogamento acidental ou de outra circunstância.
Assim que os trâmites iniciais na Delegacia de Flagrantes forem finalizados, a investigação do caso passará para a alçada da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que assumirá a condução do inquérito.









