Segundo o MP, os militares usavam de suas funções para obter vantagens ilícitas e desviar recursos públicos
No ano passado, a ‘Operação Joeira’ mirou no capitão Francisco Bruno Furtado, da Polícia Militar do Amazonas. O agente era conhecido por exercer as funções no município de Boca do Acre, onde era comandante.
O agente era conhecido por exercer as funções no município de Boca do Acre, onde era comandante/Foto: Reprodução
Furtado foi apontado pelo Ministério Público como chefe de uma organização criminosa que praticava furto qualificado, falsidade ideológica, peculato e corrupção passiva.
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Nesta semana, uma portaria assinada pelo comandante-geral da PM do Amazonas, Marcos Klinger Paiva, expulsou Francisco e outros quatro militares, acusados peculato, rachadinha e falsidade ideológica.
Segundo o MP, os militares usavam de suas funções para obter vantagens ilícitas e desviar recursos públicos.
A operação
A operação cumpriu mandados de prisão, busca e apreensão, assim como bloqueio de valores que superam R$1 milhão. As investigações indicam crimes de associação criminosa, furto qualificado, falsidade ideológica, peculato e corrupção passiva. Práticas de “rachadinhas” também aconteciam nas corporações.