Uma mulher identificada como Raquel Miranda da Silva Moura de Oliveira, de 39 anos, foi vítima de uma violenta agressão física seguida de tentativa de homicídio com arma branca na noite desta sexta-feira (18). O crime aconteceu em via pública, especificamente na Rua W10-A, situada na área conhecida como invasão do Tucumã, na capital acreana.
Conforme os relatos repassados por agentes da Polícia Militar, Raquel caminhava na companhia de um homem cuja identidade ainda permanece desconhecida das autoridades quando ambos se envolveram em uma discussão acalorada. O desentendimento escalou para a violência física quando o suspeito desferiu múltiplos socos contra o abdômen da vítima e, na sequência, sacou uma faca, desferindo um golpe que atingiu o lado esquerdo da região supraclavicular, próxima ao pescoço de Raquel.
Apesar da gravidade dos ferimentos e da perda de sangue, a vítima demonstrou resistência ao conseguir se deslocar a pé até as imediações do canal do bairro Tucumã. No entanto, devido à exaustão e à gravidade do quadro, ela acabou desfalecendo e caindo ao chão em frente a uma residência da localidade.
Moradores da área que perceberam a gravidade da situação acionaram prontamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Uma viatura de suporte avançado foi deslocada para a cena do crime, onde os profissionais de saúde realizaram os procedimentos de atendimento pré-hospitalar, estabilizaram os sinais vitais da vítima e providenciaram a remoção imediata para o Pronto-Socorro de Rio Branco.
Avaliações preliminares conduzidas pela equipe médica do SAMU apontaram que Raquel apresentava um quadro clínico de suspeita de lesão vascular. Embora estivesse com o estado de saúde considerado estável no momento do resgate e dos primeiros socorros, os profissionais ressaltaram a possibilidade real de agravamento de sua condição devido à localização do golpe.
Imediatamente após o acionamento, guarnições da Polícia Militar pertencentes ao 1º Batalhão compareceram ao cenário da ocorrência para levantar dados, colher depoimentos e iniciar diligências e buscas intensivas pela região na tentativa de capturar o agressor. Contudo, até o encerramento dos registros iniciais, o suspeito não havia sido localizado.
Os desdobramentos iniciais do caso foram acompanhados pela Equipe de Pronto Emprego (EPE). O inquérito policial e a investigação formal do crime deverão ser conduzidos pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).










